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Gonçalo M. Tavares

ESCRITOR

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José Saramago: «Daqui a trinta anos, se não antes, Tavares ganhará o Prémio Nobel, e tenho a certeza de que a minha previsão se tornará realidade… Tavares não tem o direito de escrever tão bem aos 35 anos. Dá vontade de lhe dar um soco.» John M. Coetzee: «Admiro imenso o livro de Gonçalo M. Tavares «Aprender a Rezar na Era da Técnica».» Olga Tokarczuk: «Gonçalo M. Tavares é um grande escritor que dá continuidade aos melhores modelos da tradição literária europeia. É ao mesmo tempo magistral e original. Reconhece-se a sua perspetiva e estilo únicos desde a primeira página de cada um dos seus romances. Um dos pouquíssimos escritores no mundo capaz de construir uma história parabólica.» Annie Ernaux: «Li Jerusalém de Gonçalo M. Tavares. Reli-o recentemente. Penso voltar a lê-lo em breve. É um livro vertiginoso, que nos obriga a abrir os olhos, estarrecidos, sobre a humanidade e a não voltar a fechá-los. A razão e a loucura, o Mal no centro de uma narrativa cuja estrutura, erudita e perfeitamente legível, admiro, e que dá a impressão do fim da própria ideia de moral. Não apenas cada consciência, mas cada corpo persegue a morte do outro. A personagem de Mylia é a única livre. Descobri também os pequenos e deliciosos livros do Bairro, de Gonçalo M. Tavares, ou como as palavras desarranjam a realidade, e o absurdo se torna concebível, desenhado.» Svetlana Alexievich: (Prémio Nobel, sobre O Bairro) "A história da humanidade contada aos vizinhos. Em cada casa, uma filosofia diferente. A história da humanidade num só bairro." Jeanne Moreau: «Estou apaixonada pelo escritor português Gonçalo M. Tavares: um escritor magnífico.» Javier Cercas: «Jerusalém de Gonçalo M. Tavares - por uma escrita múltipla, transparente, incisiva e uma reflexão original sobre o sofrimento humano.» Don DeLillo: «A Máquina de Joseph Walser, de Gonçalo M. Tavares, é um livro muito forte.» Irene Vallejo: «A literatura de Gonçalo Tavares fascina-me pelos seus paradoxos brilhantes: é um autor indomável e racional, irónico e profundo, singular e próximo, exigente consigo mesmo e por vezes irresistivelmente divertido. A sua escrita é um detonador feliz para a inteligência dos leitores.» Alberto Manguel: «O maior dom do jovem romancista português Gonçalo M. Tavares é a sua capacidade, como escritor, de reduzir o mundo a fragmentos e reconstruí-lo novamente como se fosse a sua própria criação. Cada um dos seus livros (ou conjunto de livros) é um caleidoscópio que rearranja a realidade para que a possamos observar melhor, tornando explícitas as ligações e obviando o que é supérfluo.» The New Yorker: «Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom – como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett – de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» José Saramago: «Há um antes e um depois de Gonçalo M. Tavares.» Enrique Vila-Matas: «Um escritor brilhante.» Agustín Fernández Mallo: «Perfeição que é autossuficiente.» António Lobo Antunes: «Porque é que havemos de pôr as coisas em termos de Nobel?! Talvez fosse preferível pensar-se: ‘Poderão ser grandes escritores ou não?’ (…) O mais cotado parece-me, sem dúvida, o Gonçalo M. Tavares. Sem dúvida.» Mathias Énard: «Tal como Saramago, tenho vontade de lhe dar uma palmadinha amiga na parte de trás da cabeça.» Juan Gabriel Vásquez: «O Reino é a meditação mais incisiva que li em muito tempo sobre o nascimento do fascismo.» Alberto Manguel: «Portugal tem autores que fazem parte da grande literatura universal como Fernando Pessoa, Eça de Queirós e na nova geração Gonçalo M. Tavares.» José Saramago: «Gonçalo M. Tavares irrompeu na cena literária portuguesa armado de uma imaginação absolutamente original que quebrou todas as fronteiras imaginativas tradicionais. Isto, combinado com uma linguagem inteiramente sua, misturando invenção arrojada e mestria do coloquial, significa que não seria exagero dizer – sem qualquer desrespeito pelos jovens romancistas portugueses que escrevem hoje – que há muito um antes de Gonçalo M. Tavares e um depois.» Alberto Manguel: «Tavares é um dos escritores mais ambiciosos deste século. O seu novo livro é uma epifania memorável.» Le Magazine Littéraire: «O brilhante Gonçalo M. Tavares.» Le Monde des Livres: «O autor de uma obra poderosa e única, que tem vindo a ser celebrado por grandes nomes como José Saramago, Alberto Manguel e Enrique Vila-Matas.» Magazine Littéraire: «Gonçalo M. Tavares é uma verdadeira revelação.» The Independent: «Tavares criou algo totalmente original.» Enrique Vila-Matas: «Gonçalo M. Tavares é um génio.» José Mário Silva: «O grande escritor português do século XXI. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos de Uma Viagem à Índia.» Vasco Graça Moura: «Um grande escritor.» Mário de Carvalho: «É uma figura de enorme ousadia literária.» Hélia Correia: «Chegou para ficar, num espaço só seu.» Maria Velho da Costa: «De onde vem esta alminha negra e libertária sem acinte? Este talento tão só consigo mesmo, por mais referências que jogue? Esta frieza a quente.» Pedro Mexia: «O magazine francês Lire escolheu 50 escritores para o novo século. Nós podemos acrescentar um. O meu voto: Gonçalo M. Tavares.» António Guerreiro: «Gonçalo M. Tavares vale por uma literatura inteira.» Magazine Littéraire: «O genial escritor português, Gonçalo M. Tavares, figura maior.» Le Figaro Magazine: «Um Kafka Português. Irá Gonçalo M. Tavares tornar-se tão exportado como o vinho do Porto ou a saudade?» The Independent: «Tavares criou algo atraente, sombriamente belo e inspirado, e totalmente original.»

Sobre

Biografia

Gonçalo M. Tavares nasceu em Luanda em 1970 e leciona Teoria da Ciência em Lisboa. O Prémio Nobel José Saramago declarou: «Daqui a trinta anos, se não antes, Tavares ganhará o Prémio Nobel, e tenho a certeza de que a minha previsão se confirmará... Tavares não tem o direito de escrever tão bem aos 35 anos. Dá vontade de lhe dar um soco.» Tavares tem surpreendido os seus leitores com a variedade de livros que publica desde 2001, tendo sido distinguido com um número impressionante de prémio literários nacionais e internacionais em muito pouco tempo. Em 2005, venceu o Prémio José Saramago para jovens escritores com menos de 35 anos. No seu discurso na cerimónia de entrega do prémio, Saramago comentou: JERUSALÉM é um grande livro e merece verdadeiramente um lugar entre as grandes obras da literatura ocidental. JERUSALÉM foi também galardoado com o Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2007 e com o Prémio LER/Millennium BCP. O seu romance APRENDER A REZAR NA ERA DA TECNOLOGIA recebeu o prestigiado Prémio do Melhor Livro Estrangeiro 2010 em França. Este prémio foi atribuído até à data a autores como Salman Rushdie, Elias Canetti, Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez e Colm Tóibín. APRENDER A REZAR esteve também entre os finalistas dos conceituados prémios literários franceses Femina Étranger e Médicis, tendo vencido o Prémio Especial do Júri do Grand Prix Littéraire du Web Cultura 2010. Em 2011, Tavares recebeu o prestigiado Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores, bem como o Prémio Literário Fernando Namora 2011. O autor esteve igualmente nomeado para o reputado prémio holandês Europese Literatuurprijs 2013 e integrou a lista longa do Best Translated Book Award Fiction 2013. Foi também nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award 2013 e, mais recentemente, para o Prix Jean-Monnet de Littérature Européenne 2015. MATTEO PERDEU O EMPREGO esteve entre os cinco finalistas do prestigiado Prix Femina Étranger 2016. Segundo a DGLAB (Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas), Gonçalo M. Tavares é o terceiro autor português mais traduzido, depois de Fernando Pessoa e Eça de Queirós, com 226 publicações em todo o mundo. Gonçalo M. Tavares foi galardoado com o Prémio Formentor de Literatura 2026, considerado um antecâmara do Prémio Nobel da Literatura.

Livros

o fim dos estados unidos da america
uma viagem à india
jerusalém
O senhor Valéry

O Fim dos Estados Unidos da América

Uma Viagem à Índia

Jerusalém

O Senhor Valéry

Epopeia satírica e distópica. A obra narra a derrocada da nação americana, dividida por uma segunda guerra civil alimentada pelo extremismo político e por uma misteriosa peste

Inspirada na estrutura d'Os Lusíadas, a obra narra a fuga filosófica e melancólica de Lisboa a Calcutá de um homem em busca de redenção e esquecimento após cometer um crime, transformando a jornada num retrato cru da decadência ocidental e da condição humana.

Movido por uma teia negra de personagens interligadas, o romance fala sobre a fronteira ténue entre a razão e a loucura num retrato aterrorizador e clínico do sofrimento humano, da violência e do colapso da moralidade no mundo moderno.

O Senhor Valéry é um conjunto de vinte e cinco micro-histórias protagonizadas por um senhor franzino e de pequena estatura que não gosta de ser posto em causa e é, no fundo, um solitário.

Imprensa

Goncalo-M.-Tavares. 2022
Gonçalo M tavares
Gonçalo-M-Tavares
Gonçalo

Tavares foi selecionado unanimemente pelo júri por uma obra 'que revela as implicações inesperadas de uma humanidade assustada consigo mesma, por relatar a epopeia paradoxal da desorientação contemporânea, e pela audácia com que construiu uma narrativa livre das tentações do óbvio.

No Festival Correntes d’Escritas que decorre até sábado, na Póvoa de Varzim, o autor do livro “O Fim dos Estados Unidos da América” defendeu que os leitores são hoje guerrilheiros numa guerra contra “estímulos imbecis”. Gonçalo M. Tavares lamenta: “Trump nunca leu um livro”.

Acabaram de chegar às livrarias O Fim dos Estados Unidos da América - Epopeia, do autor de Uma Viagem à Índia, e também Um Espião em Privado - As Cartas de John le Carré.

A sociedade moderna tende a valorizar mais as máquinas do que os seres humanos, segundo um dos maiores nomes da literatura contemporânea portuguesa.

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